quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Conheça o novo Diácono BA

Entrevista com o Diácono BA: José Ferreira Conceição . O TROMBETA – Voce é natural de onde? Quando descobriste a vocação Diaconal? Diac. José Ferreira– Natural da cidade de Ilhéus,Bahia.Quando comecei a participar da Pastoral da Iniciação Cristã,percebi que poderia fazer muito mais pela Igreja, daí veio o convite para ingressar na Formação Diaconal, realizando assim esse meu desejo de servir. O TROMBETA – Quanto tempo estuda-se para ser um Diácono? Que disciplinas são abordadas? Diac. José Ferreira– Cinco anos incluindo o Tempo de Propedêutico. Filosofia e Teologia com seu diversos segmentos. O TROMBETA – Quando fostes ordenado? Quais as Paróquias que já trabalhaste em missão? Diac. José Ferreira –No dia 01.05.2004.Na condição de Diácono desde 2004,na Paróquia N. S.de Fátima em Olaria e na condição de leigo fiz missão em diversas Paróquia da Arquidiocese. O TROMBETA – Quais são as suas espectativas nesta nova missão aqui em nossa Paróquia? ,Diac. José Ferreira – Servir com toda disposição e disponibilidade dando o melhor de mim para o bem de toda Paróquia de Santo Antonio e de modo particular a todas as Pastorais O TROMBETA - Deixe uma mensagem, convite ou teça algum comentário. Diac. José Ferreira– Neste momento em que vivemos e sentimos a presença do Santo Papa FRANCISCO demonstrando simplicidade nas palavras e também nos seus gestos eu convido a todos para que possamos viver e sentir com abraços , afetos,um só coração e uma só alma. O TROMBETA – Serás sempre bem-vindo aqui.A PasCom em nome da comunidade parabeniza e louva sua vocação, Diácono José Ferreira com muita alegria.Com a intercessão do nosso Padroeiro Santo Antonio junto a Cristo Jesus desejamos Fé e coragem nesta árdua mas abençoada caminhada. Amém!


sexta-feira, 3 de maio de 2013

Almôço da Pastoral do Dízimo - 26.05.2013

A Pastoral do Dízimo convida toda a comunidade para um almôço de confraternização, no dia 26.05.2013 às  12:30h pelo seu 1º aniversário. Teremos Bingo e muita animação com músicas católicas, venham participar sua presença é muito importante para nós.Valor do almôço R$7,00 - Cardápio:arroz, feijão, carne assada e saladas variadas. Venham conferir, vendas de convites e cartelas do bingo com a Pastoral do Dízimo e na Secretaria. Até lá!

DÍZIMO - é a devolução que fazemos ao nosso  Senhor de tudo que ele nos dá, com carinho e muito amor. Devolver o dízimo a Deus, é o dever do bom cristão, um gesto bem generoso, prova da nossa gratidão. Junte-se a nós! 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

2º Cerco de Jercó - Convocação para a Vigília !

Todos os jovens da Paróquia estão convocados para a Vigília, dentro da Programação do Cerco de Jericó, no próximo Sábado,27.04 das 22h às 6:00h. Não perca esta oportunidade de derrubar as "muralhas espirituais" que nos atrapalham na caminhada rumo ao Reino de Deus! É como diz o ditado:-"se correr o bicho pega, se ficar o bicho come... ", mas o Senhor nos oferece mais uma opção:" Se Orar o bicho foge!!!  

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Seja bem-vindo, Pe. Michel Bernardo!

 Interagindo com o povo da Paróquia de Santo Antônio.....
 Em sua primeira missa na Paróquia de Santo Antônio (14.04)...
 Junto com o amigo Pe. Sílvio Klebson...
 Reverenciando o nosso Arcebispo D. Orani (13.04)...
No dia da Ordenação Sacerdotal na Catedral Metropolitana do RJ (13.04)....
A PasCom dá as boas-vindas felicitando o mais novo Sacerdote e deseja muita Paz, Espiritualidade e Coragem na sua àrdua mas feliz caminhada e na lida Evangelizadora, contribuindo com o seu jovem ardor missionário, com a intercessão do nosso Padroeiro Santo Antônio junto à Deus Pai, Amém!  

segunda-feira, 25 de março de 2013

Homilia da missa de início do ministério do Papa Francisco


“Queridos irmãos e irmãs!
Agradeço ao Senhor por poder celebrar esta Santa Missa de início do ministério petrino na solenidade de São José, esposo da Virgem Maria e patrono da Igreja universal: é uma coincidência densa de significado e é também o onomástico do meu venerado Predecessor: acompanhamo-lo com a oração, cheia de estima e gratidão.Saúdo, com afecto, os Irmãos Cardeais e Bispos, os sacerdotes, os diáconos, os religiosos e as religiosas e todos os fiéis leigos. Agradeço, pela sua presença, aos Representantes das outras Igrejas e Comunidades eclesiais, bem como aos representantes da comunidade judaica e de outras comunidades religiosas. Dirijo a minha cordial saudação aos Chefes de Estado e de Governo, às Delegações oficiais de tantos países do mundo e ao Corpo Diplomático. Ouvimos ler, no Evangelho, que «José fez como lhe ordenou o anjo do Senhor e recebeu sua esposa» (Mt 1, 24). Nestas palavras, encerra-se já a missão que Deus confia a José: ser custos, guardião. Guardião de quem? De Maria e de Jesus, mas é uma guarda que depois se alarga à Igreja, como sublinhou o Beato João Paulo II:«São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo» (Exort. ap. Redemptoris Custos, 1).Como realiza José esta guarda? Com discrição, com humildade, no silêncio, mas com uma presença constante e uma fidelidade total, mesmo quando não consegue entender. Desde o casamento com Maria até ao episódio de Jesus, aos doze anos, no templo de Jerusalém, acompanha com solicitude e amor cada momento. Permanece ao lado de Maria, sua esposa, tanto nos momentos serenos como nos momentos difíceis da vida, na ida a Belém para o recenseamento e nas horas ansiosas e felizes do parto; no momento dramático da fuga para o Egipto e na busca preocupada do filho no templo; e depois na vida quotidiana da casa de Nazaré, na carpintaria onde ensinou o ofício a Jesus. Como vive José a sua vocação de guardião de Maria, de Jesus, da Igreja? Numa constante atenção a Deus, aberto aos seus sinais, disponível mais ao projeto d’Ele que ao seu. E isto mesmo é o que Deus pede a David, como ouvimos na primeira Leitura: Deus não deseja uma casa construída pelo homem, mas quer a fidelidade à sua Palavra, ao seu desígnio; e é o próprio Deus que constrói a casa, mas de pedras vivas marcadas pelo seu Espírito. E José é «guardião»,porque sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, se mostra ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos, está atento àquilo que o rodeia, e toma as decisões mais sensatas. Nele, queridos amigos, vemos como se responde à vocação de Deus: com disponibilidade e prontidão; mas vemos também qual é o centro da vocação cristã: Cristo. Guardemos Cristo na nossa vida, para guardar os outros, para guardar a criação! Entretanto a vocação de guardião não diz respeito apenas a nós, cristãos, mas tem uma dimensão antecedente, que é simplesmente humana e diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro de Génesis e nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente onde vivemos. É guardar as pessoas, cuidar carinhosamente de todas elas e cada uma, especialmente das crianças, dos idosos, daqueles que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos guardam-se reciprocamente, depois, como pais, cuidam dos filhos, e, com o passar do tempo, os próprios filhos tornam-se guardiões dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um mútuo guardar-se na intimidade, no respeito e no bem.
Fundamentalmente tudo está confiado à guarda do homem, e é uma responsabilidade que nos diz respeito a todos. Sede guardiões dos dons de Deus! E quando o homem falha nesta responsabilidade, quando não cuidamos da criação e dos irmãos, então encontra lugar a destruição e o coração fica ressequido. Infelizmente, em cada época da história, existem «Herodes» que tramam desígnios de morte, destroem e deturpam o rosto do homem e da mulher.Queria pedir, por favor, a quantos ocupam cargos de responsabilidade em âmbito económico, político ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: sejamos «guardiões» da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do ambiente; não deixemos que sinais de destruição e morte acompanhem o caminho deste nosso mundo! Mas, para «guardar», devemos também cuidar de nós mesmos. Lembremo-nos de que o ódio, a inveja, o orgulho sujam a vida; então guardar quer dizer vigiar sobre os nossos sentimentos, o nosso coração, porque é dele que saem as boas intenções e as más: aquelas que edificam e as que destroem. Não devemos ter medo de bondade, ou mesmo de ternura.A propósito, deixai-me acrescentar mais uma observação: cuidar, guardar requer bondade, requer ser praticado com ternura. Nos Evangelhos, São José aparece como um homem forte, corajoso, trabalhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternura, que não é a virtude dos fracos, antes pelo contrário denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura! Hoje, juntamente com a festa de São José, celebramos o início do ministério do novo Bispo de Roma, Sucessor de Pedro, que inclui também um poder. É certo que Jesus Cristo deu um poder a Pedro, mas de que poder se trata? À tríplice pergunta de Jesus a Pedro sobre o amor, segue-se o tríplice convite: apascenta os meus cordeiros, apascenta as minhas ovelhas. Não esqueçamos jamais que o verdadeiro poder é o serviço, e que o próprio Papa, para exercer o poder, deve entrar sempre mais naquele serviço que tem o seu vértice luminoso na Cruz; deve olhar para o serviço humilde, concreto, rico de fé, de São José e, como ele, abrir os braços para guardar todo o Povo de Deus e acolher, com afeto e ternura, a humanidade inteira, especialmente os mais pobres, os mais fracos, os mais pequeninos, aqueles que Mateus descreve no Juízo final sobre a caridade: quem tem fome, sede, é estrangeiro, está nu, doente, na prisão (cf. Mt 25, 31-46).Apenas aqueles que servem com amor capaz de proteger. Na segunda Leitura, São Paulo fala de Abraão, que acreditou «com uma esperança, para além do que se podia esperar» (Rm 4, 18). Com uma esperança, para além do que se podia esperar! Também hoje, perante tantos pedaços de céu cinzento, há necessidade de ver a luz da esperança e de darmos nós mesmos esperança. Guardar a criação, cada homem e cada mulher, com um olhar de ternura e amor, é abrir o horizonte da esperança, é abrir um rasgo de luz no meio de tantas nuvens, é levar o calor da esperança! E, para o crente, para nós cristãos, como Abraão, como São José, a esperança que levamos tem o horizonte de Deus que nos foi aberto em Cristo, está fundada sobre a rocha que é Deus.Guardar Jesus com Maria, guardar a criação inteira, guardar toda a pessoa, especialmente a mais pobre, guardarmo-nos a nós mesmos: eis um serviço que o Bispo de Roma está chamado a cumprir, mas para o qual todos nós estamos chamados, fazendo resplandecer a estrela da esperança: Guardemos com amor aquilo que Deus nos deu! Peço a intercessão da Virgem Maria, de São José, de São Pedro e São Paulo, de São Francisco, para que o Espírito Santo acompanhe o meu ministério, e, a todos vós, digo: rezai por mim! Amem.