domingo, 13 de junho de 2010

Semana do Migrante é celebrada no Rio


A Semana do Migrante completa, em 2010, 25 anos de atividade. O evento, celebrado pela Igreja de todo o Brasil, começa neste domingo, dia 13, e seguirá até o dia 20 de junho, Dia Nacional do Migrante. O tema, “Por uma economia a serviço da vida”, faz referência à Campanha da Fraternidade 2010, que teve como tema “Economia e Vida”.

O encerramento das atividades da Semana do Migrante na cidade do Rio será marcado pela celebração de uma Missa, presidida pelo Arcebispo, Dom Orani João Tempesta, no dia 20 de junho, às 8h30min, na Paróquia Santa Cecília e São Pio X, em Botafogo.

Segundo o Pároco, Padre Adelino de Carli, a Paróquia tem a missão de acolher os migrantes. Para os migrantes latinos, há uma Missa todos os domingos, às 11h30. Existe também um trabalho com os migrantes do serviço marítimo, feito pelo Vigário Paroquial, Padre Cesare Ciceri, Capelão e diretor da Obra do Apostolado do Mar.

— A Igreja assumiu esse serviço de atendimento, de acompanhamento ao migrante, seja o migrante interno (que vai de um estado a outro em busca de trabalho, de bem estar); o imigrante (aquele que vem de fora para dentro do nosso país), ou os emigrantes (aqueles que saem do país para outros países). Nossa missão é acolhê-los, mostrar que somos todos irmãos, disse Padre Adelino.

Segundo o Sacerdote, é preciso considerar também os brasileiros que vivem no exterior.

— Atualmente, milhões de brasileiros estão espalhados pelo mundo em busca de uma vida melhor, não somente de bem estar material.

Ele destacou as consequências e situações a que ficam expostos os que vivem longe de seu país de origem. Nesse contexto, citou, entre elas, as saudades de casa, os problemas da saúde, as questões relacionadas aos direitos trabalhistas e à segurança.

— Existem os problemas da vigilância – muitos são refugiados políticos e até refugiados religiosos. É uma realidade muito complexa.

O Bispo responsável pela Pastoral da Mobilidade Humana da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Maurício Grotto de Camargo, em sua mensagem, disse que a Semana do Migrante completa “25 anos de heroico esforço para entrar na agenda pastoral das Comunidades, Paróquias e Dioceses; tentando chamar a atenção para a realidade dos que vão e vem, dos que partem e chegam; pesquisando e trabalhando as causas e consequências de uma migração muitas vezes cercada de angústias, injustiças e tragédias, como acontece principalmente com as vítimas do tráfico de seres humanos para exploração sexual e trabalho escravo de todo tipo.”
Fonte: http://www.arquidiocese.org.br

domingo, 30 de maio de 2010

Festa de Santo Antônio 2010


Dia 05 de junho às 19h
Baile e música ao vivo com Henrique dos Teclados

Dia 06 de junho às 19h
Festival de Dança (jazz e muito mais!)

Dia 11 de junho às 20h
Bar Encontro com a Banda Eis-me Aqui e Banda Frutos de Medjugorje

Dia 12 de junho
Encontro de Corais às 14h
Apresentação das quadrilhas da comunidade a partir das 19h

Dia 13 de junho
A partir das 6h todas as barraquinhas já estarão funcionando!
Missas: 6h; 7h; 8h30; 10h; 14h; 16h e 18h30
Terço da Misericórdia às 15h
Procissão saindo da Irmand. Santo Antônio (Rua Ipeuva) às 17h em direção a Matriz

Venha celebrar conosco!

Todos os dias (exceto no dia 11) teremos a tradicional quermesse com barraquinhas, música e muitas brincadeiras!

sábado, 24 de abril de 2010

25 de Abril - Dia Mundial das Vocações Sacerdotais


Mensagem do Papa Bento XVI - 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações

O 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no IV Domingo de Páscoa – Domingo do «Bom Pastor» –, a 25 de Abril de 2010, oferece-me a oportunidade de propor à vossa reflexão um tema que quadra bem com o Ano Sacerdotal: O testemunho suscita vocações. De facto, a fecundidade da proposta vocacional depende primariamente da acção gratuita de Deus, mas é favorecida também – como o confirma a experiência pastoral – pela qualidade e riqueza do testemunho pessoal e comunitário de todos aqueles que já responderam ao chamamento do Senhor no ministério sacerdotal e na vida consagrada, pois o seu testemunho pode suscitar noutras pessoas o desejo de, por sua vez, corresponder com generosidade ao apelo de Cristo. Assim, este tema apresenta-se intimamente ligado com a vida e a missão dos sacerdotes e dos consagrados. Por isso, desejo convidar todos aqueles que o Senhor chamou para trabalhar na sua vinha a renovarem a sua fidelidade de resposta, sobretudo neste Ano Sacerdotal que proclamei por ocasião dos 150 anos de falecimento de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, modelo sempre actual de presbítero e pároco.
Já no Antigo Testamento os profetas tinham consciência de que eram chamados a testemunhar com a sua vida aquilo que anunciavam, prontos a enfrentar mesmo a incompreensão, a rejeição, a perseguição. A tarefa, que Deus lhes confiara, envolvia-os completamente, como um «fogo ardente» no coração impossível de conter (cf. Jr 20,9), e, por isso, estavam prontos a entregar ao Senhor não só a voz, mas todos os elementos da sua vida. Na plenitude dos tempos, será Jesus, o enviado do Pai (cf. Jo 5,36), que, através da sua missão, testemunha o amor de Deus por todos os homens sem distinção, com especial atenção pelos últimos, os pecadores, os marginalizados, os pobres. Jesus é a suprema Testemunha de Deus e da sua ânsia de que todos se salvem. Na aurora dos novos tempos, João Baptista, com uma vida gasta inteiramente para preparar o caminho a Cristo, testemunha que, se cumprem, no Filho de Maria de Nazaré, as promessas de Deus. Quando O vê chegar ao rio Jordão, onde estava a baptizar, João indica-O aos seus discípulos como «o cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo» (Jo 1,29). O seu testemunho é tão fecundo que dois dos seus discípulos, «ouvindo o que ele tinha dito, seguiram Jesus» (Jo 1,37).
Também a vocação de Pedro, conforme no-la descreve o evangelista João, passa pelo testemunho de seu irmão André; este, após ter encontrado o Mestre e aceite o seu convite para permanecer com Ele, logo sente necessidade de comunicar a Pedro aquilo que descobriu «permanecendo» junto do Senhor: «“Encontrámos o Messias” (que quer dizer Cristo). E levou-o a Jesus» (Jo 1,41-42). O mesmo aconteceu com Natanael – Bartolomeu –, graças ao testemunho doutro discípulo, Filipe, que cheio de alegria lhe comunica a sua grande descoberta: «Acabámos de encontrar Aquele de quem escreveu Moisés na Lei e que os Profetas anunciaram: é Jesus, o filho de José, de Nazaré» (Jo 1,45). A iniciativa livre e gratuita de Deus cruza-se com a responsabilidade humana daqueles que acolhem o seu convite, e interpela-os para se tornarem, com o próprio testemunho, instrumentos do chamamento divino. O mesmo acontece, ainda hoje, na Igreja: Deus serve-se do testemunho de sacerdotes fiéis à sua missão, para suscitar novas vocações sacerdotais e religiosas para o serviço do seu Povo. Por esta razão, desejo destacar três aspectos da vida do presbítero, que considero essenciais para um testemunho sacerdotal eficaz.
Elemento fundamental e comprovado de toda a vocação ao sacerdócio e à vida consagrada é a amizade com Cristo. Jesus vivia em constante união com o Pai, e isto suscitava nos discípulos o desejo de viverem a mesma experiência, aprendendo d’Ele a comunhão e o diálogo incessante com Deus. Se o sacerdote é o «homem de Deus», que pertence a Deus e ajuda a conhecê-Lo e a amá-Lo, não pode deixar de cultivar uma profunda intimidade com Ele e permanecer no seu amor, reservando tempo para a escuta da sua Palavra. A oração é o primeiro testemunho que suscita vocações. Tal como o apóstolo André comunica ao irmão que conheceu o Mestre, assim também quem quiser ser discípulo e testemunha de Cristo deve tê-Lo «visto» pessoalmente, deve tê-Lo conhecido, deve ter aprendido a amá-Lo e a permanecer com Ele.
Outro aspecto da consagração sacerdotal e da vida religiosa é o dom total de si mesmo a Deus. Escreve o apóstolo João: «Nisto conhecemos o amor: Jesus deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3,16). Com estas palavras, os discípulos são convidados a entrar na mesma lógica de Jesus que, ao longo de toda a sua vida, cumpriu a vontade do Pai até à entrega suprema de Si mesmo na cruz. Manifesta-se aqui a misericórdia de Deus em toda a sua plenitude; amor misericordioso que derrotou as trevas do mal, do pecado e da morte. A figura de Jesus que, na Última Ceia, Se levanta da mesa, depõe o manto, pega numa toalha, ata-a à cintura e Se inclina a lavar os pés aos Apóstolos, exprime o sentido de serviço e doação que caracterizou toda a sua vida, por obediência à vontade do Pai (cf. Jo 13,3-15). No seguimento de Jesus, cada pessoa chamada a uma vida de especial consagração deve esforçar-se por testemunhar o dom total de si mesma a Deus. Daqui brota a capacidade para se dar depois àqueles que a Providência lhe confia no ministério pastoral, com dedicação plena, contínua e fiel, e com a alegria de fazer-se companheiro de viagem de muitos irmãos, a fim de que se abram ao encontro com Cristo e a sua Palavra se torne luz para o seu caminho. A história de cada vocação cruza-se quase sempre com o testemunho de um sacerdote que vive jubilosamente a doação de si mesmo aos irmãos por amor do Reino dos Céus. É que a presença e a palavra de um padre são capazes de despertar interrogações e de conduzir mesmo a decisões definitivas (cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 39).
Um terceiro aspecto que, enfim, não pode deixar de caracterizar o sacerdote e a pessoa consagrada é viver a comunhão. Jesus indicou, como sinal distintivo de quem deseja ser seu discípulo, a profunda comunhão no amor: «É por isto que todos saberão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13,35). De modo particular, o sacerdote deve ser um homem de comunhão, aberto a todos, capaz de fazer caminhar unido todo o rebanho que a bondade do Senhor lhe confiou, ajudando a superar divisões, sanar lacerações, aplanar contrastes e incompreensões, perdoar as ofensas. Em Julho de 2005, no encontro com o Clero de Aosta, afirmei que os jovens, se virem os sacerdotes isolados e tristes, com certeza não se sentirão encorajados a seguir o seu exemplo. Levados a considerar que tal possa ser o futuro de um padre, vêem aumentar a sua hesitação. Torna-se importante, pois, realizar a comunhão de vida, que lhes mostre a beleza de ser sacerdote. Então, o jovem dirá: «Isto pode ser um futuro também para mim, assim pode-se viver» (Insegnamenti, vol. I/2005, 354). O Concílio Vaticano II, referindo-se ao testemunho capaz de suscitar vocações, destaca o exemplo de caridade e de fraterna cooperação que devem oferecer os sacerdotes (cf. Decreto Optatam totius, 2).
Apraz-me recordar o que escreveu o meu venerado predecessor João Paulo II: «A própria vida dos padres, a sua dedicação incondicional ao rebanho de Deus, o seu testemunho de amoroso serviço ao Senhor e à sua Igreja – testemunho assinalado pela opção da cruz acolhida na esperança e na alegria pascal –, a sua concórdia fraterna e o seu zelo pela evangelização do mundo são o primeiro e mais persuasivo factor de fecundidade vocacional» (Pastores dabo vobis, 41). Poder-se-ia afirmar que as vocações sacerdotais nascem do contacto com os sacerdotes, como se fossem uma espécie de património precioso comunicado com a palavra, o exemplo e a existência inteira.
Isto aplica-se também à vida consagrada. A própria existência dos religiosos e religiosas fala do amor de Cristo, quando O seguem com plena fidelidade ao Evangelho e assumem com alegria os seus critérios de discernimento e conduta. Tornam-se «sinais de contradição» para o mundo, cuja lógica frequentemente é inspirada pelo materialismo, o egoísmo e o individualismo. A sua fidelidade e a força do seu testemunho, porque se deixam conquistar por Deus renunciando a si mesmos, continuam a suscitar no ânimo de muitos jovens o desejo de, por sua vez, seguirem Cristo para sempre, de modo generoso e total. Imitar Cristo casto, pobre e obediente e identificar-se com Ele: eis o ideal da vida consagrada, testemunho do primado absoluto de Deus na vida e na história dos homens.
Fiel à sua vocação, cada presbítero, cada consagrado e cada consagrada transmite a alegria de servir Cristo, e convida todos os cristãos a responderem à vocação universal à santidade. Assim, para se promoverem as vocações específicas ao ministério sacerdotal e à vida consagrada, para se tornar mais forte e incisivo o anúncio vocacional, é indispensável o exemplo daqueles que já disseram o próprio «sim» a Deus e ao projecto de vida que Ele tem para cada um. O testemunho pessoal, feito de opções existenciais e concretas, há-de encorajar, por sua vez, os jovens a tomarem decisões empenhativas que envolvem o próprio futuro. Para ajudá-los, é necessária aquela arte do encontro e do diálogo capaz de os iluminar e acompanhar sobretudo através do exemplo de vida abraçada como vocação. Assim fez o Santo Cura d’Ars, que, no contacto permanente com os seus paroquianos, «ensinava sobretudo com o testemunho da vida. Pelo seu exemplo, os fiéis aprendiam a rezar» (Carta de Proclamação do Ano Sacerdotal, 16/06/2009).
Que este Dia Mundial possa oferecer, uma vez mais, preciosa ocasião para muitos jovens reflectirem sobre a própria vocação, abrindo-se a ela com simplicidade, confiança e plena disponibilidade. A Virgem Maria, Mãe da Igreja, guarde o mais pequenino gérmen de vocação no coração daqueles que o Senhor chama a segui-Lo mais de perto; faça com que se torne uma árvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade. Por esta intenção rezo, enquanto concedo a todos a Bênção Apostólica. (
Papa Bento XVI)

domingo, 11 de abril de 2010

Encontro Nacional da Pascom

De 21 a 24 de julho vai acontecer o Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação (Pascom), em Aparecida, SP. Organizado pelo Setor de Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o evento tem o objetivo de animar e motivar a Pascom da Igreja no Brasil, considerando a cultura e as novas tecnologias que compõem o atual cenário para o anúncio do Evangelho.
Leigos, comunicadores profissionais e voluntários da Pascom, assim como sacerdotes, religiosos, seminaristas e pessoas interessadas na reflexão e planejamento da comunicação podem participar do evento.
O Arcebispo do Rio e Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura, Educação e Comunicação Social, Dom Orani João Tempesta, fará a palestra de abertura, que versará sobre o tema “Igreja e comunicação: desafios e necessidades”. “ Novas tecnologias e novas mídias: inclusão e exclusão digital”, “Televisão: sua inserção no cotidiano dos indivíduos”, “ Rádio: a arte de falar e ouvir”, “Comunicação na catequese”, “Teatro: a arte de comunicar”, “Jornal impresso: da forma ao discurso”, “Internet: porta de entrada para a evangelização no mundo globalizado”, “Web: novas ferramentas do mundo digital para constituir rede na Igreja do Brasil” são alguns dos temas abordados.

Para inscrição e outras informações, consulte www.cnbb.org.br
Fonte: www.arquidiocese.org.br

sábado, 20 de março de 2010

Dia Mundial da Juventude

A celebração do Dia Mundial da Juventude deste ano, na Arquidiocese do Rio, será realizada no sábado que antecede o Domingo de Ramos, dia 27 de março. Na ocasião, será trabalhado um tema especial para a juventude: “Jovem: força de Cristo para um mundo novo”.
A concentração vai acontecer na Catedral de São Sebastião, para a benção dos Ramos. Em seguida, as ruas centrais da Cidade serão percorridas até o ponto de encontro: o Largo da Carioca, onde haverá Missa, envio dos jovens, apresentações de testemunhos, vídeos, expressões artísticas variadas, música eletrônica e banda.
Para o Arcebispo Dom Orani, o encontro acontecer no primeiro dia da Semana Santa traz a todos os jovens o simbolismo de pôr ramos abençoados em suas mãos, como sinais de um povo que acolhe Cristo como Senhor da sua vida e o testemunha.
— o Papa João Paulo II convidou os jovens a celebrarem o Dia Mundial dos jovens nas dioceses, no Domingo de Ramos, justamente para que a juventude possa, hoje, testemunhar Jesus Cristo pelo mundo, como bem fala o sinal de Ramos.
Durante a celebração, cada Vicariato receberá uma réplica da Cruz da evangelização da América para percorrê-lo até o próximo dia 15 de agosto, quando haverá outro encontro e o ícone do Cristo Redentor será entregue à juventude. No dia 24 de outubro acontecerá, então, a celebração do Dia Nacional da Juventude.
Fonte: http://www.arquidiocese.org.br

Pastoral da Comunicação: é tempo de preparar agentes!

No dia 10 de abril terá início mais uma Oficina de Jornalismo Impresso e Digital na PUC-Rio. Dessa vez, os vicariatos contemplados serão o Sul e o Oeste. O curso é uma parceria entre o Vicariato para a Comunicação Social da Arquidiocese do Rio de Janeiro e o Núcleo de Comunicação Comunitária, do Projeto Comunicar, da Universidade. A Oficina tem como objetivo criar Agentes de Pastoral comprometidos com a comunicação dentro da Igreja.
- A oficina não é para apenas fazer produtos de comunicação, mas também entender o seu processo. Queremos fazer que essas comunidades entrem em rede, que as pessoas se comuniquem através dessa rede, e que ela seja do bem, de solidariedade, explicou o Coordenador do Núcleo de Comunicação Comunitária da PUC-Rio, Professor Miguel Pereira. De acordo com Miguel, serão 60 horas de curso, dividas em 10 sábados integrais. São cinco aulas de teoria, ministradas pelos professores de Comunicação Social da PUC-Rio, e outras cinco de laboratório, para que os alunos produzam os projetos. O objetivo é que cada vicariato já saia da Oficina com um jornal e um site produzidos. Miguel explica que para que as aulas ocorram de forma dinâmica, a turma disponibiliza 50 vagas. O ideal é que pelo menos uma pessoa de cada forania possa participar.

- É muito gratificante, os Vicariatos saem com a proposta de veículos atingida, diz Miguel, que já coordenou o curso para outros cinco vicariatos.

Ele explica que o programa está cada vez mais elaborado. Desta vez, terá um enfoque mais voltado para as novas tecnologias e o empreendedorismo. Para a abertura, a teóloga Maria Clara Bingemer falará sobre Teologia da Comunicação.

Fonte: http://www.arquidiocese.org.br

sábado, 14 de novembro de 2009

A Voz do Vicariato


No dia 4 de novembro estreou o programa “A Voz do Vicariato”, na Rádio Catedral. Com o objetivo de mostrar a vida de cada vicariato da Arquidiocese do Rio de Janeiro, divulga a agenda, os eventos e os trabalhos realizados, sempre contando com a participação de um padre responsável por uma paróquia pertencente ao vicariato escolhido para a semana.

Padre Alex Siqueira, que apresenta o programa ao vivo, explicou que a ideia surgiu em 2007, quando a PUC-Rio ofereceu uma oficina aos vicariatos para aprenderem como criar uma rádio comunitária. Um ano depois foi realizada outra oficina para mídia impressa e digital — quando, então, surgiram os núcleos das Pastorais de Comunicação dos vicariatos. Naquele momento nasceram ideias para criar jornais em cada vicariato, mas o custo era alto. Então, Padre Alex pensou em um programa na Rádio Catedral. Com o apoio do Vicariato para a Comunicação Social foi criado, então, “A Voz do Vicariato”. Seu objetivo é fazer a voz da Igreja ser ouvida em outros ambientes.
- A ideia é dar voz aos Padres de todas as Paróquias da Arquidiocese, disse Padre Alex.

Na estreia, o vicariato convidado foi o Leopoldina. O paroquiano da Igreja de Santo Antônio, em Brás de Pina, Paulo Roberto Miranda participou do programa como o apresentador, o quadro Memorial Vicarial que contou a história do Santuário da Penha foi apresentado por Gustavo Kelly, da Igreja Santa Rosa de Lima. O Padre Alex, que também é Pároco da Igreja Nossa Senhora do Loreto, na Ilha do Governador, ficou responsável pela reflexão do dia.

Nesta semana, Padre Omar Raposo é o convidado para apresentar os trabalhos realizados pelo Vicariato para a Comunicação Social. Já no dia 18 de novembro vai ser a vez do Vicariato Jacarepaguá, com a presença do Padre Marcos Antônio Correa, que contará a história da Paróquia de São Conrado, na qual é pároco. Para fechar o mês de novembro, no dia 25, o Vicariato Sul vai participar do programa.

A Voz do Vicariato vai ao ar toda quarta-feira, de 12h10m às 12h50m, na Rádio Catedral FM.

Fonte: www.arquidiocese.org.br

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Dia Nacional da Juventude 2009


No dia 25 de outubro, a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro vai celebrar o Dia Nacional da Juventude (DNJ-2009). O evento, organizado pela Pastoral da Juventude arquidiocesana, tem o objetivo de estimular a evangelização, formação, integração e a comunicação entre os jovens. Este ano o tema será “Contra o extermínio da juventude, na luta pela vida” e o lema “Juventude em marcha contra a violência”. Os jovens se reunirão no Centro de Convivência Padre Miguel (antigo Centro esportivo Marcelino de Almeida), em Padre Miguel, a partir das 9h.

- O evento é para apresentar o rosto jovem da Igreja. Para que os jovens possam despertar e ter uma experiência com Deus. É um momento de fomentar a espiritualidade entre os jovens, afirmou Thiago de França, coordenador da Pastoral da Juventude.

Várias atrações estão sendo preparadas para atrair os jovens e ajudar nas reflexões sobre o tema escolhido. A programação inclui momentos de oração, apresentação de bandas católicas como Torre de Davi e Frutos de Medjugorje, música eletrônica com DJ da “Curtisom com Cristo”, palestra com o Padre Jorjão, testemunhos, adoração ao Santíssimo Sacramento conduzida pelo Padre Gleuson, esquete e dança dos grupos de jovens e missa festiva.

O DNJ integra o calendário nacional da Igreja Católica e é celebrado sempre no último domingo de outubro. O encontro será das 9 às 18 horas, no Centro de Convivência Padre Miguel (antigo Centro esportivo Marcelino de Almeida), que fica na Rua Francisco Real, nº 365 em Padre Miguel.
Dica de como chegar: Saindo da Santo Antônio, pegar o ônibus 918 e saltar na Rua Padre Corrêa de Sá, em frente a Paróquia Sagrado Coração de Jesus que fica próxima a Estação de Trem de Padre Miguel, andar pela Rua Estância chega na Praça dos Abrolhos, por onde passa a Rua Francisco Real, andar pela direita da Praça e procurar o nº 365.

Fonte: www.arquidiocese.org.br
16/10/2009

sábado, 19 de setembro de 2009

PALAVRA DOS PADRES


BÍBLIA: LUZ DA VIDA - CAMINHO PARA DEUS

De tantos modos Deus se comunica com suas criaturas. Jesus se fez verbo e se fez comunicação. A palavra de Deus que encontramos nos livros sagrados é luz para os nossos passos. Na Bíblia encontramos todas as respostas necessárias para alcançarmos a salvação: ”Deus é fiel”, não nos engana. Somos convidados a corresponder com uma vida santa a essa bondade e deferência que Deus faz conosco. Os primeiros Cristãos eram chamados de iluminados porque davam testemunho de sua fé com alegria e entusiasmo. ”Alegrai-vos sempre no Senhor!”. Quando vivemos com sinceridade a palavra de Deus tudo se torna mais fácil e teremos ânimo mais forte para enfrentar os desafios da vida. Estudar e procurar entender cada vez mais o que Deus quer dizer com sua palavra, deve ser nosso empenho de cada dia.
Elói dalla Vecchia,cs

sábado, 12 de setembro de 2009

DOM EDNEY AVALIA O DESAFIO DA MISSÃO CONTINENTAL


“A No final do Evangelho de Mateus, Cristo Ressuscitado confia aos apóstolos a grande missão que a Igreja deverá realizar até o fim dos tempos: “fazer discípulos todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês” (Mt 28,19-20). Como se vê, não basta ser batizado, é necessário escutar, aprender e anunciar a Boa Nova do Reino. E a Igreja tem sido fiel a esta mandato até os dias de hoje. Porém, há momentos em que esta ordem deve ser realizada com mais empenho. Portanto, à luz do Documento de Aparecida, a América Latina e o Caribe são convocados a abraçar este “compromisso missionário”, como parte constitutiva da identidade da Igreja e do discípulo do Senhor, especialmente nos dias de hoje. Partindo de Cristo, queremos percorrer com Ele um caminho de amadurecimento na fé que nos capacite a ir ao encontro de nossos povos, a fim de que em Cristo todos tenham vida. A missão continental se realizará em quatro etapas, de acordo com a programação de cada diocese. O tempo introdutório é o da sensibilização e conversão pastoral da Igreja, através do estudo do Documento de Aparecida, por todas as instâncias eclesiais. Aí aparece o primeiro desafio, em relação às paróquias: terão os párocos e seus fiéis, especialmente os mais empenhados nas pastorais e movimentos, se debruçado sobre tão rico documento? Pouco adiantará organizar a missão continental se o clero e os fiéis não se encontrarem conscientizados pelas propostas da V Conferência. Após este momento formativo, virão as demais etapas: aprofundamento com grupos prioritários, missão setorial e missão territorial. Tais etapas deverão ser organizadas em nível nacional pela CNBB e seus regionais e também em nossa Arquidiocese do Rio de Janeiro. Para marcar a missão continental, o CELAM propõe também alguns sinais comuns, como Tríptico (no Brasil podemos chamar de Capelinha), a Bíblia, a logomarca da Conferência de Aparecida, a oração para a missão Continental. O lançamento oficial do Projeto Missão Continental, aconteceu no dia 17 de agosto de 2008, por ocasião do encerramento do CAM 3 COMLA 8, no Equador. Portanto, antes de orientações mais precisas, o primeiro momento já pode ser realizado pelas paróquias, que é o aprofundamento das Conclusões da V Conferência, no documento de Aparecida. O Ano Paulino que estamos realizando também oferece uma rica oportunidade de nos motivar para esta missão, que deverá ser um marco na evangelização da Igreja da América Latina e do Caribe.
Edney Gouvêa Mattoso - Bispo Auxiliar do RJ
(Trecho de entrevista inédita por e-mail - Out 2008)